quinta-feira, 9 de outubro de 2014

História de vida do Adriano Levino

Sou    designer gráfico, webdesigner, agente de viagens e produtor musical.
De 2000 a 2003, euatuava em produção de bandas de Axé Music, em julho de 2003comecei aempresariara banda chamada “Embalo do Samba” que vinha se destacando no mercado fonográfico,emplacando com duas músicas (“Não para Não Baby” e “Todo Mundo Tá”), sendo bem executado nas rádios de todo Brasil e do exterior.
No final de 2004, voltando de um show, deparei-me com um cavalo na Rodovia Raposo Tavares, batendo meu carro de frente com o animal. A partir daí minha vida mudou totalmente.
Na UTI apresentei três paradas cardiorrespiratórias. Ao voltar do período de coma, percebi quesó mexia o pescoço. Passeipor um mês sem poder beber qualquer tipo de líquido, para não engasgar. Passei muita sede. A sede era tanta, que eu ficava desesperado. A partir daí, comecei a valorizar a água e as pequenas coisas da vida.
Após15 dias, fiz cirurgia na coluna cervical c5 c6. Voltei a mexer os braços, ficando com tetraplegia parcial. Mas mesmo assim, sempre necessito de um assistente pessoal para me ajudar.
Depois de um ano e meio fiz reabilitação na AACD, onde aprendi a lidar com a nova situação e como minha vida ia ser dali pra frente. Fiz fisioterapia na Faculdade Uniban, mas só depois de sete anos é que voltei a trabalhar, produzir músicas e criar sites, pois só estava me dedicando à reabilitação com fisioterapia, malhação e hidroterapia.
Antes do acidente, eu não dava muito valor às pessoas ao meu redor, sejam familiares ou amigos. Eu tinha um pensamento um pouco egoísta. Minha família era desunida, mas depois do acidente, todos ficaram mais unidos e se revezam para ajudar em meus cuidados.
No início foi difícil, porque não houve um treinamento para cuidadores, nem tínhamos materiais necessários para a reabilitação e nem a casa adaptada.
Mas com o tempo, todos foram aprendendo e eu aprendi a aceitar a dependência e me tornei um ser humano melhor. Procuro viver uma vida saudável, aproveitando cada dia como se fosse o último, dando mais valor à vida e ao próximo. “Mato um leão por dia”, fazendo sempre esforço para ficar bem. Há sete meses venho lutando contra fortes dores na bexiga que incomodam muito. Para a melhora, preciso fazer um procedimento cirúrgico, com aplicação de Botox, no qual já estou procurando meios de como solucionar o mais rápido possível, para dar continuidade aos meus projetos com tranquilidade.
Como faltaram treinamentos e orientações para mim e para meus familiares sobre a pessoa com deficiência, em março de 2014 criei a Revista Acesso, no qual divulgo informações sobre acessibilidade, inclusão, cuidados básicos,leis e direitos, turismo acessível, entretenimento e outras questões que estão voltadaspara este público. Em menos de um semestre, a revista já possui mais de 2500 leitores diários, sendo nacionais e internacionais.
Atualmente voltei a empresáriar a antiga banda com um novo projeto de mistura rítmica, unindo o MPB (Música Popular Brasileira) com o Arrocha e misturando vários ritmos dançantes do Brasil e do exterior, no qual batizei de “Arrocha Zumba”. Tenho o objetivo de divulgar para todo o Brasil e com o retorno financeiro das produções, além de ajudar as pessoas envolvidas, desejo fazer cirurgias e reabilitações para melhorar a minha saúde e autonomia.
Estou em busca de parceiros e patrocinadores para continuar com os projetos que favorecerá tanto as pessoas com deficiência, quanto toda economia envolvida.
Uma dica:
Ser cadeirante não impede de namorar, passear, viajar, trabalhar, dirigir, ir atrás dos seus sonhos. Basta você querer fazer bem feito e ir à luta, porque todos podem conseguir independente da condição física.
Uma Frase:
Lutar Sempre, Vencer Às Vezes, Desistir Jamais! Tudo Posso Naquele Que Me Fortalece (Jesus).
Meus contatos:

sexta-feira, 6 de junho de 2014

História de superação de Cláudio Vieira de Oliveira

Aos 38 anos de idade, Cláudio Vieira de Oliveira viaja pelo país mostrando seu exemplo de superação. Perto dele, as dificuldades diminuem, quando observadas a força de vontade e perseverança de um ser humano que não conhece o significado da palavra desistir. O quinto dos seis filhos de uma família simples de Monte Santo, interior da Bahia, nasceu com uma deficiência rara que limita os seus movimentos. Mas, o que para muitos poderia ser encarado como um obstáculo ou uma justificativa para estacionar, foi visto por ele como um desafio, um convite para seguir em frente. Foi assim que se tornou cientista contábil, graduado pela Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC) da Bahia e palestrante motivacional.
As palestras já foram ministradas em tantas localidades que o próprio Cláudio Vieira de Oliveira perdeu a conta. Só em seu estado de origem, foram mais de 50 municípios visitados. 
Ousado, o homem que não tinha mais de 24h de expectativa de vida, desafiou o diagnóstico e mostrou que não apenas sobreviveria, mas aproveitaria bem a dádiva do viver.
A causa da deficiência ainda não é especificada. “Nem eu sei, nem médico nenhum diz”, comenta o palestrante, que, recentemente procurou uma médica geneticista em Salvador, mas ainda não tem o diagnóstico.
Tudo que Cláudio sabe é que ao nascer, após a gestação aparentemente tranquila de sua mãe e através de um parto normal, realizado pelo médico em sua própria residência, pois em sua cidade natal o hospital ainda estava para ser inaugurado, o profissional afirmou que ele não sobreviveria nem 24 horas. “Essas 24 horas se transformaram em 38 anos”, comenta.
Criado da mesma forma que os seus irmãos, não contou com superproteção por parte dos pais. “Sempre fui tratado como qualquer um”, menciona. Um dos primeiros desejos que manifestou ainda pequeno foi o de estudar. “Eu sou uma pessoa que gosta de observar as coisas”, conta, acrescentando que via as outras crianças lendo e escrevendo e se questionava: “Se eles podem, porque eu não posso fazer?”, diz.
De início, a mãe não colocou logo na escola comum, por receio, então ele passou um tempo sendo orientado em casa, recebendo as primeiras instruções. Sem movimentar os braços, ele desenvolveu sua própria maneira de escrever, com a boca. Quem pensa que a letra é ilegível se engana. Cláudio tem uma caligrafia muito melhor do que a de muitas pessoas que escrevem com as mãos.
Com o tempo, foi matriculado na escola particular, em decorrência das dificuldades financeiras da família, foi para a rede pública. “Conclui meus estudos, fiz ensino fundamental e médio e, na conclusão do curso normal, fiz o curso técnico, magistério”, conta.
Chegou a estagiar por dois anos, mas o desejo de continuar os estudos o impulsionou a seguir outros caminhos. Pensou, então em ir para Feira de Santana, cidade mais desenvolvida, onde poderia tentar vestibular e, caso aprovado em alguma instituição privada, procurar algum financiamento ou mesmo realizar uma campanha para custear seus estudos. “Meu desejo era fazer um curso superior”, relata.
Com a mudança de cidade, aproveitou para adquirir outros conhecimentos e fez cursos de Informática e Língua Estrangeira. ‘Com a cara e a coragem’, como ele mesmo diz, decidiu procurar algumas faculdades, para apresentar os seus sonhos e tentar o vestibular. Foi então que buscou a FTC. “Deus é tão maravilhoso, que na época o próprio reitor só fez um desafio, se eu passasse no vestibular, a própria faculdade bancaria meus estudos”, recorda.
Desafio aceito e cumprido com sucesso. Em 2004, Cláudio concluiu a graduação.
Perseverança permitiu ao palestrante conquistas e descobertas
Cláudio Vieira de Oliveira já viajou mais do que a maioria das pessoas. Ele se tornou palestrante motivacional e, após percorrer várias cidades do país, já está na expectativa de ministrar conferências nos Estados Unidos, para onde embarca em outubro. Mas essa não será a sua primeira viagem internacional. Ele já esteve na Europa, onde, aliás, conheceu o então Papa João Paulo II.
Aliás, o palestrante também conheceu o atual pontífice da Igreja Católica, Bento XVI. Ele diz que, durante a visita do papa ao Brasil, na Jornada Mundial da Juventude (JMJ), decidiu que conheceria o líder religioso, juntou dinheiro, foi para o Rio de Janeiro na data do evento, driblou a segurança e encontrou o papa.
Para realizar todos esses desejos, Cláudio superou várias dificuldades. “São vários desafios que eu enfrentei, vários mesmo. Um dos primeiros desafios foi estudar”, revela.
Desde o momento em que começou a escrever com a boca, passou a desafiar os próprios limites e tentar ligar aparelhos como televisão e som. Com um detalhe, quando começou a fazer isso, esses equipamentos não possuíam controle remoto e para trocar o repertório que se desejava ouvir no som era preciso mudar o disco.
Cláudio se alimenta sozinho quando está em casa, apenas quando sai precisa da ajuda de alguém. Como todo bom brasileiro, não dispensa uma feijoada.
Dentro de casa, ele se locomove de joelhos. Na rua, utiliza um sapato especial, que vai dos pés aos joelhos. O acessório foi desenvolvido pelo Hospital Sara Kubitschek, instituição que procurou com o intuito de encontrar um suporte que possibilitasse a sua locomoção. “Isso me ajudou bastante”, comenta. Quando precisa percorrer distâncias maiores, conta com a ajuda de alguém que o leve nos braços.
Apesar das dificuldades que teve que enfrentar, ele conta que não sofreu preconceito. “Se houve preconceito em alguma época eu não percebi”, diz.
Quem assiste às palestras sai com a alma renovada. Alguns chegaram a contar ao palestrante que o seu depoimento ‘salvou suas vidas’, pois estavam vivendo momentos difíceis e chegaram a ter pensamentos drásticos.
Um exemplo que ficou marcado em sua memória foi quando, durante uma palestra surpresa para os alunos da faculdade onde estudava, uma aluna, sem saber qual apresentação aconteceria e revoltada com a suspensão das aulas por causa da palestra, já que tinha vindo de longe para apresentar um trabalho, procurou a direção para reclamar. Quieto, Cláudio não se manifestou e, ao final da apresentação, recebeu o abraço, o pedido de desculpas e o agradecimento da jovem.
“Muitas vezes, a gente antecipa as coisas, sem saber o que vem pela frente”, diz ele, acrescentando que o ideal é, justamente, o contrário, ter paciência. Para quem encontra dificuldades para buscar seus objetivos, o conselho que ele mesmo segue a cada dia: “Acreditar que Deus existe, independente da religião, e acreditar em você mesmo”, complementa.
MOTIVAÇÃO
Cláudio Vieira de Oliveira informa que ministra palestras sobre o tema em qualquer época. Para contratá-lo, os interessados podem entrar em contato através dos números (75) 9141-4249 e (75) 3275-1213. Para conhecer um pouco mais do palestrante, as pessoas também podem conferir o seu site, no endereço eletrônico www.claudiomontesanto.jimdo.com.

domingo, 1 de junho de 2014

Historia de kelly Oliveira Pacheco

Com 13 anos descobriram que eu era portadora de distrofia muscular do tipo fácio-escápulo-umeral, uma doença genética que enfraquece nervos e músculos dos membros superiores e inferiores, comecei a ter dificuldades para subir escadas, caia com frequência, já não conseguia correr... A fisioterapia me ajudou muito, assim como o apoio da minha família e amigos. Diante disso continuei meus estudos, saia com amigos, nunca fui de me fechar para o mundo, pelo contrário me abri cada vez mais para a vida...

Com 18 anos fiz minha primeira entrevista e comecei a trabalhar, adorei minha independência, novas experiências, aprendizados, conheci pessoas maravilhosas e estou nesse primeiro emprego até hoje.

Sempre tive vários sonhos um deles era fazer uma apresentação de dança para várias pessoas, sempre amei dançar e em 2008 fui presenteada com o convite para fazer uma apresentação de dança na empresa em que trabalho, foi magnifico, eu e minha amiga dançamos no chão e emocionamos várias pessoas, sonho realizado e a sensação foi a melhor do mundo!!!

Em 2012 eu precisava realizar mais um sonho, minha faculdade, e lá fomos nós, minha mãe me acompanhava até a faculdade, não foi fácil, mas como não sou de desistir, consegui concluir e me formei em Dezembro de 2013, inexplicável a sensação de dever cumprido, emoção a flor da pele, servi de exemplo para muitas pessoas, chegando em casa me deparei com uma faixa linda que minha afilhada fez para mim, me emocionei muito e como se não bastasse depois um carro de mensagem ao vivo, surpresas que me marcaram muito, pois meu pai foi internado na manhã do dia da minha formatura, mas logo ele se recuperou.

E hoje com 25 anos me descobri no esporte, estou jogando basquete em cadeira de rodas, estou super feliz, é apaixonante, como dizem esporte é vida, como me sinto bem, faço os exercícios dentro do meu limite e o pessoal me acolheu de braços abertos e assim vou continuando a minha caminhada tentar sempre desistir jamais!!!

Frase da minha vida: Vá firme na direção das suas metas, porque o pensamento cria, o desejo atrai e a fé realiza!!!

Grande abraço :D

domingo, 27 de abril de 2014

Robertinha Lanziere De Andrade

Meu nome é Roberta, tenho 24 anos, sou de Cataguases-MG, nasci com uma doença chamada Osteogenese Imperfeita (Ossos de Vidro/Ossos de Cristal).
Nasci com 6 meses e meio e fiquei na imcubadora até completar os 9 meses, os médico disseram a minha mãe e toda a familia que eu não passaria daquela noite, pois bem aqui estou eu dando meu testemunho de vida, rsrsrsrs.
Na hora do nascimento foi verificado que eu tinha várias fraturas pelo corpo, e tinha pneumonia, mas essa batalha inicial eu venci.
Depois com 7 meses de vida começei a me tratar em São Paulo, até os 7 anos, mais tarde na adolescência, por volta dos 13 anos passei a me tratar no Rio de Janeiro, até virar adulta, no momento estou parada desse tratamento, mas estou ótima.
Já tive mais de 150 fraturas por todo o corpo, e mais de 50 pneumonias, já usei andador, ortese nas pernas, muletas, já fiz uma cirurgia nas pernas e pés, e uso desde a infância cadeira de rodas, que por sinal é minha super companheira.
Tenho o ensino médio completo, fiz inglês, informática, telefonista, recepcionista e telemarketing.
Agora meu objetivo é fazer faculdade, e fazer alguns cursos que tenho em mente.
Procuro não depender da familia pra tudo, tomo banho sozinha, troco de roupa, gosto de cuidar das minhas próprias coisas, ajudo nos afazeres domésticos, gosto de viajar com parentes e amigos.
Infelizmente já sofri preconceito, com uma professora, um médico e um vizinho, mas nunca me deixei abater por isso, para mim pessoas desse tipo são dignas de pena, não têem 1/3 da felicidade que tenho.
Sou muito tagarela, festeira, adoro dançar, amo demais minha familia, meus amigos, sou apaixonada pela vida.

Um bem especial a todos, fiquem com Deus.

Mikaelle Vidal

Eu mesma não consigo me decifrar e não consigo srsrs... Talvez eu tenha mesmo
nascido Pra viver tudo isso e aos poucos me enxergar a forma q realmente sou !!! A
dois anos eu tava vindo passar carnaval com meus pais e sofrir um acidente de moto...
O asfalto tava molhado e numa derrapagem cair de costas no meio fio fraturando três
vertebras da coluna. Depois de três meses no hospital sem mover nadinha, fiz uma cirurgia
 onde foi colocado uma placa de sustentação no tronco. Ai foi, entre muitas lutas,
força e fé... Hoje estou contando minha história e fazendo novas aventuras descobertas e tal
srsrs... Sempre gostei muito de desafios e esse ta sendo enorrrrrme !!!! Meu sorriso nunca saiu
do rosto porque quando estou fraco ai eh q sou forte. Tenho uma familia louca kkkk amigos mais
loucos ainda e sonhos gigantes !!! Jamais vou desistir ... Nunca questionei Deus por nada porque sei
que ele sempre sabe o que faz, e Pra tudo tem um proposito que nem sempre entendemos mais Nosso
Pai do céu sabe bem..... Hoje estou nessa cadeira de rodas que pra mim virou apenas um acessório,
continuo sendo a mesma doidinha, não sei mais caminhar sozinha, tambem não gosto de ficar sozinha
srss e graças a Deus estou rodiada de anjos.... Eh isso gente srrs um pouquinho de mim, o resto so
me conhecendo porque nem eu mesma me entendo srsrs Bjsssss.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Guerreiro de superação


Antônio de Oliveira

Ola Meu nome é Antônio de Oliveira e  Com um ano idade tive polio, mais tive uma infancia
normal como qualquer outra pessoa normal. sempre
fiz por onde as pessoas me ver como uma pessoa normal
e capaz de realizar qualquer sonhos e objetivos que queria.
superei todos obstaculos com amor, determinação, força de vontade
e sempre com apoio da familia e amigos.
Hoje sou um cara feliz e realizado e super feliz por tudo que conseguir
conquista ao longo da minha vida.

Ailton Duarte

Bom galera meu nome e Ailton Duarte tenho 28 anos
moro em Juazeiro do norte (Ceara), tive um caso com uma
pessoa ae coisa de 24 dias quando foi no dia 16 de
fevereiro de 2012 quando vinha do trabalho a onde
um individuo encosto em mim de motor efetuo disparos
onde um tiro atingio meu peito e a minha coluna, mandado
pelo o cara q ela dizia ser ex ae aparti dessa data fiquei
paraplegico fiquei 40 dias internado por causa de uma
emorragia interna e aos poucos fui superando isso ae
mais a luta continua porque sou guerreiro e guerreiro
nunca baixa a guarda morre de cabeça erguida bom
isso foi um pouco de minha historia pra vcs abraço tamos junto.....

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Rafael de Araujo

Sair para deixar um amigo em casa, na volta dormir em cima da moto.. ai bati em um placa de sinalização, e fui arremeçado contra a parede dai entao nao vir mais nada;;foi onde passei exatos 30 minutos para o socorro chegar. no local do acidente ate o hospital dei 06 parada cardiaca.e quando cheguei no hospital deu traumatismo craniano e fui submetido a uma cirugia na cabeça onde coloquei protesi de acrilico na cabeça. aii passei 18 dias em coma.quando acordei do coma foram fazer novos exames detequitaram a lesao na medula.sofrir uma lesão na t6 onde fraquimentos dos ossos atingiram a medula,,passei mais 40 dias para fazer a cirugia da coluna..colocaram 08 pinos e uma arte de titanio para fixa a coluna e no total passei 82 dias para receber alta do hospital ijf no entanto venho mim recuperando tentando mim adapitar a uma nova vida e esperando pelo poder de deus que ele e fiel e esta comigo sempre..

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Sorlângia Silva‏

Me chamo Sorlângia Silva, mais conhecida por Solange e apelido carinhoso Sol,tenho 30 anos, nasci em 28 de março de 1984 na cidade de Pentecoste-Ceara. Sou portadora de deficiência, meu diagnóstico é distrofia muscular tipo cintura sarcoglicanopatia. Aos 6 anos de idade caia bastante quando ia ao colégio, foi onde minha mãe e os demais acharam estranho e me levou aos médico, fui mora na capital de Fortaleza para ser acompanhada pelos médicos, passei 8 meses. Fazia fisioterapia em Fortaleza duas vezes por semana e eu ainda andava, mais os médicos sempre deixou claro que eu ia usar cadeira de rodas, e dos 10 para 11 anos de idade deixei de andar, quando fiz minha primeira eucarística ainda andava mais caia bastante, lembro que o padre me colocou no braço na hora da foto para eu não cair. Eu estudei até a 5° serie, desisti de meus estudos gostava muito de estudar nunca sofri nenhum preconceito. Em 12/7/1997 tive uma grande perda minha avó materna Luiza Alexandre faleceu eu era muito apegada a ela, foi uma dor grande, lembro que no período de sua doença eu deixei de ir a escola. Depois de alguns anos voltei a estudar, estudava em casa e ia fazer as provas na secretaria de educação, mais desistir não tenho mais vontade de estudar. Eu sou feliz assim, sempre que posso saio, vou aos encontro de mulheres com deficiência, no dia 22 de fevereiro de 2014, ganhei o título de rainha do carnaval 2014 de mulheres com deficiência. Amo de paixão ir a show católico da cantora Adriana Arydes, depois que conheci Adriana sou bem mais feliz. Desde o ano de 2006 sou acompanhada pelo hospital Sarah Kubistchek de Fortaleza. Minha deficiência infelizmente não tem como evoluir para uma melhora, faço fisioterapia duas vezes por semana em minha cidade. Sou feliz tenho minha família ao meu lado, tenho uma irmã seu nome é Selma ela é meus braços e minhas pernas sempre é ela que me acompanha onde eu vou. Tenho amizades que vale muito para mim. Está numa cadeira de rodas não
É fácil, mas se temos fé em Deus tudo é mais fácil, eu tenho muita fé em Deus e se hoje estou aqui é porque Ele tem um propósito na minha vida, minha história de vida é longa e muita coisa eu não lembro, rsrsrs. Em 25 de abril de 2010 recebi de Deus o presente mais lindo nasceu meu primeiro sobrinho e também afilhado Rian Caleb, agradeço a Deus pela vida dele o amo demais ele veio ao mundo para encher minha vida de alegria.
Obrigada pela oportunidade Antônio de Oliveira. Deus abençoe nos todos. Força, foco e fé.

Roberta De Souza

Sou portadora de necessidades especiais e infelizmente não concluir meus
estudos  como havia falado no texto anterior e nem trabalho, vivo dentro
de casa vinte e quatro horas por dia uma vez ou outra que saiu mais é raro,
tenho uma vida muito regrada devido á minha situação, mas procuro me manter
ocupada com o que posso aprender dentro de minhas possibilidades.
Até que um belo dia meu pai resolveu comprar um computador  que acabou se
tornando minha ferramenta de sobrevivência social mesmo tendo que dividir
com outros membros da casa, então resolvi buscar amigos virtuais com
deficiência ou não para ter companhia e dividir um pouco a solidão que se
transformou na mais perfeita companheira, pois não os tenho na vida real
que compartilhem comigo meu tempo. Mesmo não tendo prática naquela época
de manusear o computador não desisti, tive muito trabalho mais com ajuda de
um colega aprendi algumas coisas tipo usar MSN Orkut, o resto com o tempo fui
contornando a situação e finalmente aprendi a labutar e dominar o bicho de sete
cabeças que naquele momento era pra mim, então eu aprendi tudo ou quase tudo
e hoje já sei formatar, entrar em site de bate papo fiz amizades com pessoas
distantes, mas são pessoas que me aceitam como sou com tudo isso. vi como
era gostoso ocupar meu tempo e comecei a buscar algo para aprender, eu adoro
mexer com fotos e aprender a mexer com photoshop foi a minha meta. Pedi a um
primo do meu pai para me trazer o cd de instalação eu instalei e novamente vi
um bicho de sete cabeças (risos) fazendo buscas sobre o que desejava, descobri
que no Yahoo tinha um site que me ajudaria muito onde podemos fazer
perguntas sobre o que se deseja aprender, eu perguntei a alguém se tinha
algum site que ensinasse a usar um tutorial sobre photoshop, para minha
maior surpresa o Osias que me respondeu me enviou para adicionar o grupo
dele, no dia que vi a resposta eu já o adicionei, mais como o horário no
computador era regrado tive que sair mais no dia seguinte entrei e levei um
baita susto, pois pensava que fosse uma tela normal mais não, na hora
apareceu foi gente pra caraca eu até hoje não sei como não endoidei naquele
dia, pois era todos falando ao mesmo tempo mais ai encontrei o Élson um rapaz
simpático carinhoso atencioso, na hora me ensinou-me algumas coisas no qual
pensava que jamais iria conseguir mais ele foi essencial, daquele dia em diante
comecei a me ocupar até que precisei de ajuda para criar um slide e gravar e
novamente procurei por alguém no grupo mais algumas pessoas também não
sabia mexer com slide e novamente Elson entrou e me ajudou no que precisava
adicionei ele no MSN e a partir dali fizemos uma linda amizade que até hoje
perdura esta grande amizade, não que o restante do grupo de photoshop não
me ajudou... Ajudaram-me bastante, pois nem sempre Elson estava online lá. Encontrei pessoas legais tipo a Beth o Leão.









Simara Raquel

09/04/2014 Completou 10 anos que o destino resolveu mudar minha história, resolveu simplesmente me dar um novo roteiro, onde uma nova personagem , começaria a atuar e nos palcos da vida..as cortinas se fecharam por um instante.

Foi em uma curva de uma estrada interiorana , que o carro despencou, outros ocupantes conseguiram sair do carro, mas fiquei presa nas ferragens, o carro caiu em uma ribanceira de 180 mt, que o mesmo capotou 35 vezes.,segundo perícia, quando resolveu parar cai fora, inacreditável sem nenhuma escoliação aparente, estava lúcida, tentei levantar, mas estava tonta, percebi algo errado, estava sem forças, implorei para que ninguém chegasse perto de mim, que ninguém me tocasse, anciosa sem querer tentar nenhum movimento aguardava socorro, sentia todo meu corpo.....até que um senhor veio por trás de mim e levantou-me pelos ombros, minha cabeça caiu para frente, gritei para me largar, tarde demais, pois, não sentia mais meu corpo, fraturou a C5 ( coluna cervical ). começei a lutar muito, mas muito mesmo para não fechar os olhos, pedia para conversarem comigo, não queria fechar os olhos, o resgate não vinha, já estava muito difícil respirar.....o acidente foi 11 horas da manhã , SEXTA FEIRA SANTA. Não recebi os primeiros socorros que qualquer pessoa que sofre um acidente deveria ter, como, mobilização total do corpo ,. Fui removida pela PRF, sem nenhuma segurança com meu pescoço sacudindo de um lado p/ outro. Segundo relatos ME retiraram de lá pois., viram que não suportaria por muito tempo, retornei para minha cidade , que dá em torno de 200 km, sem mobilizar nada. Resumindo minha sede pela vida era tão grande, que surpreendi todos os médicos, minha medula estava toda comprometida, não entendem como suportei, .Diagnóstico; Tetraplégica. Mas o espetáculo não acabou, o show da vida precisava continuar, quando abriu as cortinas do velho palco, O cenário mudou completamente, por mais que tentasse, o meu corpo não obedecia meus comandos, Superar é preciso, cada um no seu tempo, cada um da sua maneira, não importa como, sou uma sobrevivente, posso não fazer o mesmo espetáculo de 10 anos atrás, mas de uma coisa tenha certeza, agradeço á Deus por ter me deixado mais um pouco por aqui, conheci muitas pessoas incríveis, e a vocês minha eterna gratidão.

João Luis De Lima

 Eu morava na cidade de Uberaba MG! onde eu nasci... morei la na cidade por 26 anos! onde eu trabalhava como frentista num posto de gasolina. tinha uma semana que eu estava trabalhando no posto de gasolina... quando eu fui cobrir folga de um frentista! foi num domingo... no dia 25 outubro de 2003....por volta das 22:00... quando eu fui fazer um atendimento de uma moto para fazer abastecimento! nessa moto tinha dois rapaz. e o que estava atras da moto, ja desceu da moto anunciando o assalto. eu estava sozinho no posto de gasolina. passei uma quantia no valor de 150,00 reais... mais os ladrão queria mais dinheiro! foi onde eu levai minhã mão por trás do meu uniforme para pegar a chave do cofre. quando eu levei a mão para pegar a chave, eu escultei um barulho. tiro pegou no meu pescoço... afetando ah c5 c6. fui levado ao hospital escola... na cidade de Uberaba... os médicos me disseram que eu ia ficar tetraplégico.. devido a altura da lesão! mais quem tem Deus no coração, e o apoio da família, força de vontade. não tem lesão e doença que não possa ser superada. hoje eu faço tratamento no hospital Lucy Montoro em São Paulo. graças Deus está dando tudo certo na minha vida! eu só tenho que agradecer, primeiramente a Deus,minha família, os médicos que me atenderam, e os amigos que sempre esteve ao meu lado.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

História de Superação de Wanessa Beer

Meu nome é Wanessa Beer, moro em Fortaleza vou contar um pouco da experiência que tive como cadeirante,
Aos 20 anos sofri um acidente tive 3 paradas cardíacas, as 3 no hospital, na terceira fiquei muito tempo foi o ponto do medico dizer que entrei em óbito, depois de muito eles tentarem me reanimar eu voltei porem eu ia ficar 48 horas em observação pra ter a certeza que ia conseguir sobreviver.
Fiquei quase 1 mês na UTI o medico falou que eu ia ficar num estado vegetativo, acordei não sentia meu corpo nao falava e fiquei cega,me deram alta e fui internada novamente, fiz vários exames, na ressonância o medico disse que eu ficar como uma criança.
Até ai eu realmente não tinha noção do que estava acontecendo comigo, um dia eu recuperei a consciência, eu não sentia meu corpo e nem sentava . Nem quanto tempo passei internada e por fim eu tive alta….
Passei por físio e fono e poucas melhoras eu tive, eu pensava pq Deus eu viver pra ficar naquela situação…Até o dia que ouvi falar do Hospital Sarah, a minha mãe ligou e fez minha inscrição poucos meses se passaram eu fui chamada, cheguei lá carregada pq eu não tinha nem cadeira de rodas!
Fiz os exames e já fiquei internada, minha mãe ficou comigo, eles falaram vc vai ficar 15 dias, mas pra Glória de Deus e fui melhorando, comecei a sustentar a cabeça e meu corpo na cadeira, fui pro anda douro, fui ficando fiquei 3 meses internada, sai já de muletas e usando órtese;
Minha melhora surpreendeu os médicos, fizeram uma nova ressonância,
boa parte das sequelas tinham desaparecido, obvio que não existe a recuperação 100 por cento, mas era muita gente orando por mim!
Então eu fiquei indo só para consultas.
Finalmente eu tive alta total por que eu já estava independente.
Eu fiz de tudo yoga, pilates ate eu voltar a malhar.
Desde então virei uma guerreira sempre procurando mais melhoras.
Primeiro e ter fé, isso foi a base de tudo.
EU NUNCA IMAGINEI QUE EU FOSSE ANDAR NOVAMENTE…
Mensagem de Incentivo

 Obstáculos e dificuldades fazem parte da vida. E a vida é a arte de superá-los.

 http://revistaacesso.com.br/2014/04/conheca-a-historia-de-superacao-de-wanessa-beer/

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Marcella Reis Ludovico de Almeida

Me chamo Marcella Reis Ludovico de Almeida, nasci em Goiânia capital de Goiás em agosto de 1986 e vivi aqui a minha vida inteira. Quando nasci, meu avô materno escolheu meu nome, onde viu escrito num muro a caminho da maternidade: Marcella. Meus avós maternos e paternos sempre representaram inspiração de vida para mim. São meus padrinhos, meu avô paterno Francisco Ludovico de Almeida Neto e minha avó materna Nagibe Elias de Souza Reis, cujos quais, espelho meus passos. Não sendo diferentes dos passos que pretendo seguir de meu avô materno Hugo Reis e avó paterna Adelina França de Almeida. Essas 4 pessoas, sempre me deram força e incentivaram nos momentos mais difíceis, me ensinando lições para a vida toda!  Meus pais Maysa Reis e Luiz Antônio Ludovico de Almeida mantiveram o casamento por mais 2 anos após meu nascimento...
  Sou agradecida a Deus pelos meus 05 irmãos: Luiz Antônio, Renato, Pabline, Diogo, e deixando de ser eu a caçula , o posto foi para o meu mais novo irmão Yago.
  Aos 02 anos de idade, minha mãe já observava em mim, pescoço mole e caminhar nas pontas dos pés. Esses sintomas foram aumentando a outros mais com o passar do tempo, e meu padrinho avô Francisco Ludovico de Almeida Neto, médico, disse que eu precisaria ir à São Paulo para maiores investigações do caso, já que a medicina lá é mais avançada e direcionada. Meu primeiro diagnóstico foi errado, me dando um tempo de vida muito curto, onde causou enorme tristeza em meus familiares, mas em minha mãe, me lembro mais claramente da sensação dessa tristeza. Posteriormente, fomos â USP para a confirmação ou não do diagnóstico, onde fomos recebidos pela conceituada cientista Mayana Zatz. Ela nos deu maiores esperanças, dizendo se tratar sim uma Distrofia Muscular, mas outro tipo, cuja espectativa de vida é maior e com perdas das funções motoras, respiratórias e cardíacas de forma mais lenta. Fechado o diagnóstico em Distrofia Muscular do tipo de Cinturas. Faço acompanhamento na USP até hoje, no Genoma Humano, onde sou acompanhada pela querida Dra. Ana Lúcia Langer, profissional que abraça as causas de seus pacientes, os dá carinho , conforta e dá esperança , de que dias melhores virão... A cura pode estar a caminho... 
  Cresci, tomei gosto pela vida e pelas coisas boas que ela nos proporciona! Dificuldades enfrento todos os dias, fui perdendo os movimentos aos poucos, com 18 anos comecei a usar cadeira de rodas para distâncias mais longas e desde os 24 anos de idade, a cadeira de rodas, representa o meu ir e vir. Por acometer os músculos (em resmo fraquezas musculares) desde o pescoço até os membros inferiores, a cadeira de rodas motorizada é ótima!
  Aos 17 anos entrei para o curso de Biomedicina, cujo qual cursei por 02 anos e meio. Fiz a transferência de curso para Psicologia, passei na prova de transferência, mas não cheguei a cursar nenhum período, pois tranquei o mesmo para me dedicar mais aos tratamentos físicos.
  Aos 24 anos, junto com a ida definitiva para a cadeira de rodas, veio a vontade de fotografar e desfilar. Passei no teste de uma agência, fiz o book, mas não consegui oportunidades de trabalho na mesma. Ao ver que uma também cadeirante se tornou Miss Universo cadeirante, a vontade de progredir aflora cada vez mais... Através da Página Amor Sem Preconceito no facebook, me inscrevi numa bela iniciativa de um concurso para eleger a Miss Sem Preconceito. A primeira fase acabou e passei! Graças aos votos dos que acreditaram em mim, sou uma das 03 finalistas para a grande final! E conto mais uma vez com os votos das pessoas que acreditam em meu potencial, pois só preciso dessa chance para quem sabe, alavancar outras mais, sonhar mais... Miss Brasil, Miss Universo talvez... Não sei, os votos e o tempo dirão... 
  Moramos minha mãe, minha avó materna, meu irmão Yago e minha amada incentivadora Erenilda, a minha Bere.
  E eu vou ficando por aqui, desenvolvendo o meu plano B de vida, superar as diciculdades encontradas e enfrentadas a cada dia. Com minha família e amigos, isso se torna mais fácil, me incentivam e dão carinho. Vivo nessa realidade onde constantemente se contrasta com os sonhos de cura, que é o meu plano A.
  À minha família e amigos, o meu mais profundo agradecimento e carinho...

Luis Fernando Soares


segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Gilda Nery


Amor sem barreiras



Ela é Miss Bumbum. Ele não move o corpo da cintura para baixo. A história de Daiane e Rafael expõe o tabu que cerca a vida sexual das pessoas com deficiência.

Matéria na íntegra: http://migre.me/hHzTd
Foto: Led Franco/Agnews

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Géssyca Feitosa


Eu te amo

Podem existir mil obstaculos, mas nada fara com que meu amor por ti morra. Atravessarei até os maiores mares, mas não existirá água suficiente que afogue o amor que sinto por você. Subirei até a montanha mais alta do mundo, só para te ver, e de lá gritarei seu nome para ver se me ouve, e se me ouvires, direi uma só frase: Eu te amo. E quando o vento passar, levará consigo o que eu disse, e quando ele soprar em seu ouvido, escutarás junto ao vento: Eu te amo. E toda vez que o vento soprar em seu ouvido, não será só apenas o vento, mas eu dizendo que te amo....

O amor supera tudo


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